@MASTERSTHESIS{ 2013:1314616849, title = {Galáxias em altos-z e energia escura: vínculos atuais e previsões.}, year = {2013}, url = "http://localhost:8080/tede/handle/tede/46", abstract = "Devido ao grande número de evidências observacionais apontando que o Universo encontra-se atualmente em uma fase de expansão acelerada de modo que, de acordo com as observações, é governado por uma componente exótica a qual chamamos de energia escura, várias propostas vem sendo elaboradas a fim de explicá-la e determinar a sua natureza. Ao investigar esta com- ponente via determinações de idades de objetos em altos redshifts, percebemos que não é pos- sível, com os dados atuais, restringir satisfatoriamente a sua equação de estado (w), em especial quando assumimos uma dependência temporal para ela. Sendo assim, para explorar de maneira geral o teste da idade-z, há a necessidade de estudar os vínculos observacionais sobre a en- ergia escura a partir de dados futuros, o que faremos de duas maneiras: Um método analítico baseado em propagação de erros, visando determinar como as incertezas observacionais dos da- dos de idade de galáxias refletem-se no poder de restrição sobre esta componente, e um segundo método que consiste em produzir amostras simuladas de dados de idade de galáxias via simu- lações de Método de Monte Carlo, cujas realizações baseiam-se em um modelo fiducial ΛCDM plano e encontram-se consistentes com as previsões dos dados a serem obtidos pelas próximas gerações de levantamentos cosmológicos. Para este último método, adotamos os formalismos da Matriz de Informação de Fisher e da Figura de Mérito para analisar os vínculos cosmológi- cos impostos por nossas amostras, valendo-nos ainda de medidas observacionais de Oscilações Acústicas Bariônicas (OAB) e das observações mais recentes de Supernovas do tipo Ia (SNe Ia) para fins de comparação com o status atual destes vínculos. Nossos resultados indicam que os dados futuros de idade serão capazes de impor restrições significantes sobre estes modelos w(z)CDM, porém, não permitem ainda determinar se a energia escura realmente apresenta uma dependência temporal.", publisher = {Observatorio Nacional}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Astronomia}, note = {Divisão de Programas de Pós-Graduação - DIPPG} }