@MASTERSTHESIS{ 2026:1176683380, title = {“MAPPING THE 2D MATTER DISTRIBUTION IN THE LOCAL UNIVERSE USING BLUE GALAXIES FROM SDSS DR12”}, year = {2026}, url = "http://localhost:8080/tede/handle/tede/226", abstract = "As Oscilações Acústicas de Bárions (OABs), uma escala preferencial de aproximada- mente 150 Mpc impressa na distribuição de matéria em larga escala por ondas acústicas no plasma primordial, constituem uma das réguas padrão mais robustas em cosmologia. Ao contrário da abordagem angular mais usual, baseada na função de correlação ω(θ), neste trabalho as OABs são medidas no espectro de potência angular Cℓ, no espaço harmônico, a partir de uma amostra de galáxias azuis com formação estelar em baixo redshift, da décima segunda liberação de dados do Sloan Digital Sky Survey (SDSS). Com isso, busca- se validar um pipeline de análise angular de OABs no espaço harmônico e aplicá-lo a essa amostra não convencional. A metodologia adotada depende apenas fracamente do mod- elo cosmológico: por situar-se no espaço harmônico transversal, dispensa a conversão de redshifts em distâncias radiais, de modo que a informação sobre a escala acústica decorre exclusivamente da posição da característica oscilatória no espaço de multipolos. Para as análises realizadas, a amostra foi dividida em dois intervalos de redshift: 0.15 < z < 0.25 (medida principal) e 0.05 < z < 0.15 (validação do pipeline). O espectro de ambas as amostras é estimado pelo formalismo pseudo-Cℓ, e a covariância é construída a partir de 1000 catálogos lognormais gerados com o código GLASS, recalibrados iterativamente. O parâmetro de deslocamento α é determinado por dois métodos independentes: o perfil de verossimilhança e cadeias de Markov via Monte Carlo (MCMC). Para o intervalo prin- cipal, obtêm-se α = 1.034+0.155-0.162 e α = 0.974+0.247-0.194, respectivamente, ambos consistentes,dentro das incertezas, com o valor <α> = 1 esperado no modelo ΛCDM. A preferência pelo modelo oscilatório é marginal (∆χ2 = 1.38; 1.17σ), consistente com a acurácia permitida pelo volume e pela cobertura de céu do levantamento (f_sky ~ 0.18); no intervalo de baixo redshift não há preferência significativa (∆χ2 < 0.1), como esperado na ausência de sinal detectável. A escala medida traduz-se na razão entre a distância comóvel transversal e o horizonte sonoro, D_M / r_d = 5.606 +/- 1.276 em z_eff = 0.20, sem que seja possível discriminar entre as predições do Planck (2018) e do DESI (2025), e na escala angular acústica θ_BAO = (10.21 +/- 2.326)deg. Combinada com compilações angulares da literatura, conduz a Ωm,0 = 0.269+0.018-0.017 e h*r_d = 103.11+0.98-0.99 Mpc. Embora a baixa significância reflita a dificuldade intrínseca da medida nesse regime, os resultados sugerem a viabilidade das galáxias azuis como traçadoras das OABs e validam o arcabouço de análise para aplicação em levantamentos futuros.", publisher = {Observatorio Nacional}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Astronomia}, note = {Divisão de Programas de Pós-Graduação - DIPPG} }