@MASTERSTHESIS{ 2025:1248300308, title = {“INTEGRAÇÃO DE DADOS GEOTÉRMICOS E MAGNÉTICOS NA CONSTRUÇÃO DE UM MODELO TERMOESTRUTURAL DA BACIA POTIGUAR - MARGEM EQUATORIAL BRASILEIRA”}, year = {2025}, url = "http://localhost:8080/tede/handle/tede/219", abstract = "A Bacia Sedimentar Potiguar destaca-se como uma das mais relevantes do Brasil no cenário exploratório de petróleo e gás. Localizada na Margem Equatorial Brasileira, sua exploração teve início no século XX. Com os avanços tecnológicos e os resultados obtidos em estudos realizados em bacias correlatas na costa africana, novas investigações vêm sendo propostas, com especial atenção às áreas offshore, que ainda demandam pesquisas mais detalhadas. Logo, esta pesquisa propõe estudar os processos evolutivos da Bacia Potiguar por meio da aplicação de métodos geofísicos, incluindo análises magnetométricas e geotérmicas. Foi utilizado um conjuntos de 382 dados geotérmicos diretos neste estudo e a distribuição de calor crustal na bacia indicam três (3) grandes anomalias positivas na porção emersa da Bacia Potiguar. Duas dessas anomalias se encontram na porção S-SE da bacia com o gradiente geotérmico médio de 52°C/km e a terceira região anômala localiza-se na região à NW com o gradiente em torno de 45°/km. Já o fluxo de calor observado nestas mesmas regiões excede 120mW/m²na porção S-SE, enquanto na região NW é de 100mW/m². As informações magnetométricas revelam um contexto estrutural da bacia com direção predominante NE-SW de seus lineamentos magnéticos, o que corrobora com as direções do arcabouço estrutural mapeadas na bacia. Ao fim desta pesquisa, foram identificadas anomalias geotérmicas significativas, especialmente associadas aos domínios Carnabaús e Seridó, onde o conteúdo sedimentar é raso em comparação com o depocentro da bacia. Essas anomalias, situadas em regiões de falhas, são influenciadas tanto por aspectos morfoestruturais, quanto pelo vulcanismo ocorrido na região. Além disso, a modelagem geotermal e a análise espectral dos dados aeromagnetométricos mostraram concordância, evidenciando uma isoterma de Curie mais rasa, com profundidades entre 8 e 11 km, o que corrobora as anomalias térmicas identificadas na bacia.", publisher = {Observatorio Nacional}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Geofísica}, note = {Divisão de Programas de Pós-Graduação - DIPPG} }