@PHDTHESIS{ 2023:533126851, title = {MULTISCALE INVERSION OF ONSHORE-OFFSHORE ELECTROMAGNETIC DATA FROM SOUTHEAST BRAZIL AND SANTOS BASIN}, year = {2023}, url = "http://localhost:8080/tede/handle/tede/197", abstract = "Neste trabalho, foram utilizados os métodos magnetotelúricos (MT) e eletromagnéticos de fonte controlada (CSEM) para avaliar a natureza geoelétrica rasa e profunda da Terra sob a margem terrestre do sudeste brasileiro e a bacia offshore adjacente de Santos (SB). Os cinturões orogênicos do Brasília Sul e Ribeira (BROB) e a litosfera subjacente da SB foram investigadas através de imagens MT tridimensionais usando 174 conjuntos de dados MT anfíbios. Modelos de condutividade 3D revelam a presença de uma crosta altamente heterogênea abaixo do BROB, enquanto é uniformemente resistiva abaixo da região da plataforma continental da SB. Uma camada resistiva segmentada de 60-80 km e outra camada inferior moderadamente resistiva de 80-100 km são características-chave da litosfera. Exceto o acima, um condutor sub-litosférico de mergulho acentuado está associado a uma ascensão astenosférica confinada e pode estar relacionado com deformação superficial das serras do BROB abaixo dos enxames de diques paralelos à costa de São Paulo-Rio de Janeiro. Raízes litosféricas profundas de ~200 km foram encontradas abaixo de parte do BROB, que se adelgaça para ~75 km abaixo da Plataforma continental da SB e provavelmente se torna mais fino em direção ao oceano profundo coincidente com o limite litosfera-astenosfera (LAB) encontrado em estudo de tomografia sísmica, especulando que a abertura do Oceano Atlântico Sul provavelmente elevou a litosfera naquela região. Também foi investigada a relação entre a estrutura crustal profunda e a deformação na cunha sedimentar sob a SB e a evolução do 'Gap do Albiano' relacionado ao sal. Foi encontrado sob essa cunha, que a crosta continental resistiva tem cerca de 35 km de espessura ao longo da linha de charneira cretácica e, em seguida, adelgaça-se em direção ao oceano para ~21 km ao longo de uma distância lateral de ~80 km, definindo um domínio de crosta altamente estendida e falhada. Os modelos MT mostram um alto de embasamento associado ao manto e evidências de significativo deslocamento da badia sedimentar sobrejacente, que coincide espacialmente com o Gap do Albiano, além de um alto da Moho previamente proposto, implicando uma deformação acoplada do embasamento e da cunha sedimentar. É proposto que magmatismo ou o fluxo da crosta inferior possam ter desempenhado um papel significativo no deslocamento inferido no Gap do Albiano. Em uma terceira abordagem desse estudo, é apresentado um fluxo de processamento de dados CSEM a partir de um conjunto de dados reais recentemente disponibilizado na SB, interseccionando o perfil MT principal. Após processamento, uma metodologia envolvendo inversão conjunta de dados MT e CSEM a partir de um esquema prático de ponderação e inserção de vínculos geofísicos também é empregada, resultando em um melhor ajuste de dados e imagens eletromagnéticas aprimoradas que são validadas por considerações geológicas e outros dados geofísicos.", publisher = {Observatorio Nacional}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Geofísica}, note = {Divisão de Programas de Pós-Graduação - DIPPG} }