@MASTERSTHESIS{ 2022:37605061, title = {Abundâncias de Elementos Bioessenciais em Estrelas de Tipo Solar usando Espectros HARPS}, year = {2022}, url = "http://localhost:8080/tede/handle/tede/135", abstract = "Desde a descoberta do primeiro exoplaneta ao redor de uma estrela de tipo solar em 1995, temos testemunhado um rápido aumento do número de exoplanetas detectados – passando a marca dos 5000. Essas descobertas, associadas com uma caracterização cada vez mais detalhada dos exoplanetas e de suas estrelas hospedeiras, têm expandido as fronteiras da Astrobiologia e permitido estudos ainda mais abrangentes sobre a formação e habitabilidade de planetas e da distribuição de vida no Universo. Quando pensamos em vida como a conhecemos, somos naturalmente levados a pensar nos elementos mais frequentes na composição dos organismos: os CHNOPS (carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre). Mesmo sendo elementos bioessenciais para a vida na Terra, eles não são amplamente explorados em estudos de abundâncias, em geral, já que a análise deles é bastante desafiadora. Sendo assim, para um melhor entendimento das estruturas dos planetas, habitabilidade e vida, é fundamental ter abundâncias mais homogêneas e precisas desses elementos para um grande número de estrelas. Portanto, neste trabalho, derivamos abundâncias de C, O e S utilizando larguras equivalentes medidas em espectros HARPS de alta qualidade e o software MOOG, focando em estrelas de tipo solar com exoplanetas detectados com o objetivo de investigar possíveis relações entre esses elementos e a formação e habitabilidade de planetas e contribuir para uma melhor compreensão das condições necessárias para o surgimento da vida. Nossas abundâncias homogêneas também contribuirão para a expansão e atualização do Catálogo Hypatia, permitindo estudos em outras áreas – como evolução química da Galáxia. Neste trabalho, apresentamos resultados para as abundâncias de Fe, C, O, Ni e S de 252 estrelas de tipo solar, para as quais encontramos bons acordos com a literatura. Para um nível de significância de 0.02, conseguimos distinguir estrelas hospedeiras e não-hospedeiras, através da abundância de Fe, resultado que é compatível com a literatura.", publisher = {Observatorio Nacional}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Astronomia}, note = {Divisão de Programas de Pós-Graduação - DIPPG} }